O meio ambiente começa a ser construído dentro de cada um de nós através das relações que tecemos no decorrer dos nossos dias. A construção de um meio ambiente saudável, por sua vez, será ditada pela qualidade dessas relações.
Façamos então algumas considerações sobre as relações humanas. Quem cresceu, por exemplo, em um abrigo social, constrói um sistema de valores e conseqüentemente de atitudes diante da vida de modo diferenciado dos meninos que cresceram em um bairro de classe alta.
No entanto, não significa que uma postura, ou conjunto de valores sejam melhores que os outros, temos que perceber que eles são apenas diferenciados.
Nesse sentido, devemos considerar que não existe saber mais nem saber menos, mas sim diferentes saberes, que estabelecem relações de diálogo e se complementam. (Paulo Freire).
Dentro desse contexto, construiremos relações repletas de sensibilidade para com o saber do outro, respeitando seus valores e suas atitude ao enxergá-lo como um “produto” do ambiente.
Teilhard de Chardin, diz que: “pelo aumento da sensibilidade para o outro se mede o progresso de uma civilização”, pois passamos a contemplar o ambiente propondo soluções para amenizar os problemas encontrados no mesmo.
Assim, naturalmente, estenderemos nossas propostas para todas as coisas vivas presentes no meio ambiente. Por exemplo, ao vermos um coletor de materiais recicláveis e a natureza passando por dificuldade se sensibilizaremos com tal situação e ajudaremos ambos a melhorar suas condições.
E ao protegermos a dignidade da vida, seremos presenteados com seu encanto, que nos ensina sobre o respeito às diferenças e sobre a passagem do tempo em seu ciclo de nascimento, amadurecimento e morte.
Tal ciclo, quando visto sob a perspectiva da eternidade, é apenas mais um acontecimento, que nos ajuda a refletir sobre a construção de uma vida interior cada vez mais harmônica e sensível em relação as nossas relações interpessoais.
Tal harmonia interior produzirá um meio ambiente saudável, repleto de paz, justiça, democracia e proteção da natureza, assim quem sabe um dia possamos sentir as belezas da vida e cantar como Louis Armstrong em sua bela canção: “What a worderful world” (Que mundo maravilhoso).
Façamos então algumas considerações sobre as relações humanas. Quem cresceu, por exemplo, em um abrigo social, constrói um sistema de valores e conseqüentemente de atitudes diante da vida de modo diferenciado dos meninos que cresceram em um bairro de classe alta.
No entanto, não significa que uma postura, ou conjunto de valores sejam melhores que os outros, temos que perceber que eles são apenas diferenciados.
Nesse sentido, devemos considerar que não existe saber mais nem saber menos, mas sim diferentes saberes, que estabelecem relações de diálogo e se complementam. (Paulo Freire).
Dentro desse contexto, construiremos relações repletas de sensibilidade para com o saber do outro, respeitando seus valores e suas atitude ao enxergá-lo como um “produto” do ambiente.
Teilhard de Chardin, diz que: “pelo aumento da sensibilidade para o outro se mede o progresso de uma civilização”, pois passamos a contemplar o ambiente propondo soluções para amenizar os problemas encontrados no mesmo.
Assim, naturalmente, estenderemos nossas propostas para todas as coisas vivas presentes no meio ambiente. Por exemplo, ao vermos um coletor de materiais recicláveis e a natureza passando por dificuldade se sensibilizaremos com tal situação e ajudaremos ambos a melhorar suas condições.
E ao protegermos a dignidade da vida, seremos presenteados com seu encanto, que nos ensina sobre o respeito às diferenças e sobre a passagem do tempo em seu ciclo de nascimento, amadurecimento e morte.
Tal ciclo, quando visto sob a perspectiva da eternidade, é apenas mais um acontecimento, que nos ajuda a refletir sobre a construção de uma vida interior cada vez mais harmônica e sensível em relação as nossas relações interpessoais.
Tal harmonia interior produzirá um meio ambiente saudável, repleto de paz, justiça, democracia e proteção da natureza, assim quem sabe um dia possamos sentir as belezas da vida e cantar como Louis Armstrong em sua bela canção: “What a worderful world” (Que mundo maravilhoso).
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