A logística apresenta fortes relações com a questão ambiental, visto que atua com cadeias produtivas responsáveis por grande parte dos problemas socioambientais. Nessa perspectiva, o Porto Açu, projeto que visa à construção do maior porto da América Latina em São João da Barra será objeto de análise. Tem-se que para concretização do projeto a empresa deve tomar medidas que sinalize para uma atuação responsável no campo das questões socioambientais.
Uma das principais questões refere-se ao código de ética da empresa, pois o mesmo regula as ações com clientes, fornecedores, funcionários, comunidade, mídia, entre outros agentes que participam da cadeia produtiva. Cada elo dessa cadeia tem o poder de influenciar e ser influenciado pelos demais configurando, assim, uma relação de reciprocidade.
O código de ética pode ser dividido em código âncora e códigos específicos, o primeiro estabelece, por exemplo, as diretrizes gerais da empresa, como respeitar a legislação vigente e proporcionar um ambiente saudável visando bem estar emocional dos trabalhadores e das comunidades vizinhas, já os códigos específicos convergem para o código âncora e revelam-se indicadores de qualidade como o monitoramento da água, monitoramento da saúde do trabalhador, da qualidade de vida dos moradores do entorno e atenção as condições ecológicas para manutenção da saúde ambiental.
A legislação ambiental também contribui para o estabelecimento dos indicadores de responsabilidade socioambiental. O estatuto da cidade, por exemplo, regulamentado pela lei 10.257 de 2001 estabelece o plano diretor como um instrumento para política de desenvolvimento e expansão urbana e propõe o zoneamento ambiental que regula o uso e ocupação do solo. Já a resolução 1 do CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente) de 1986 trata do impacto e do licenciamento ambiental e oferece um relatório para a população local discutir problemas e soluções por meio de audiências públicas.
Vale lembrar, também, da lei 8.723 de 1993 que faz referência a poluição e propõe que os meios de transportes sigam padrões que evitam poluição demasiada e da lei 5.917 de 1973 que trata do plano nacional de viação.
Se a empresa responsável pela implantação do Porto trabalhar com todos os requisitos mencionados terá chance de ter apoio popular e evitar as ações civis públicas garantidas pela lei 7.347 de 1985.
Os avanços nos marcos regulatórios, no código âncora e nos indicadores institucionais (código específico) remetem-nos para o campo da logística como uma das propulsoras para construção de sociedades sustentáveis por meio da responsabilidade socioambiental.
Uma das principais questões refere-se ao código de ética da empresa, pois o mesmo regula as ações com clientes, fornecedores, funcionários, comunidade, mídia, entre outros agentes que participam da cadeia produtiva. Cada elo dessa cadeia tem o poder de influenciar e ser influenciado pelos demais configurando, assim, uma relação de reciprocidade.
O código de ética pode ser dividido em código âncora e códigos específicos, o primeiro estabelece, por exemplo, as diretrizes gerais da empresa, como respeitar a legislação vigente e proporcionar um ambiente saudável visando bem estar emocional dos trabalhadores e das comunidades vizinhas, já os códigos específicos convergem para o código âncora e revelam-se indicadores de qualidade como o monitoramento da água, monitoramento da saúde do trabalhador, da qualidade de vida dos moradores do entorno e atenção as condições ecológicas para manutenção da saúde ambiental.
A legislação ambiental também contribui para o estabelecimento dos indicadores de responsabilidade socioambiental. O estatuto da cidade, por exemplo, regulamentado pela lei 10.257 de 2001 estabelece o plano diretor como um instrumento para política de desenvolvimento e expansão urbana e propõe o zoneamento ambiental que regula o uso e ocupação do solo. Já a resolução 1 do CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente) de 1986 trata do impacto e do licenciamento ambiental e oferece um relatório para a população local discutir problemas e soluções por meio de audiências públicas.
Vale lembrar, também, da lei 8.723 de 1993 que faz referência a poluição e propõe que os meios de transportes sigam padrões que evitam poluição demasiada e da lei 5.917 de 1973 que trata do plano nacional de viação.
Se a empresa responsável pela implantação do Porto trabalhar com todos os requisitos mencionados terá chance de ter apoio popular e evitar as ações civis públicas garantidas pela lei 7.347 de 1985.
Os avanços nos marcos regulatórios, no código âncora e nos indicadores institucionais (código específico) remetem-nos para o campo da logística como uma das propulsoras para construção de sociedades sustentáveis por meio da responsabilidade socioambiental.