Caminhava pela rua, Narciso, homem recém chegado do interior com fome e sede de reconhecimento. O humanismo, a preocupação com a angústia do próximo era sua filosofia de vida, por isso, percorrias as ruas desolado com o descaso pelos marginalizados.
Passado algum tempo na cidade grande, sentiu saudades de sua cidadezinha, pois passava por grande dificuldade material.
Mas um dia o sucesso “bateu em suas portas”, utilizando a arte de escrever poemas, compôs uma bela música retratando sua admiração por uma antiga paixão e ficou famoso.
Depois disso, passou, a freqüentar festas da moda e ganhou destaque na mídia com suas novas composições que atingiam diretamente todo tipo de público, todos se identificavam com sua música.
Teve momentos gloriosos, ganhou muito dinheiro e esqueceu-se dos valores humanistas que tanto cultivava, pois não tinha mais tempo para tais pensamentos altruístas, o mundo dos negócios o consumia cada vez mais.
Assim, passou grande parte de sua vida vivendo a glória efêmera (passageira) do mundo. Quando, o destino lhe pregou uma peça, suas músicas passaram a não mais fazer sucesso e seu hábito de gastar mais do que devia nas compras o endividou.
Desse modo, Narciso novamente passou por dificuldades, aflito, olhava para os lados e ninguém mais percebia sua presença, tornou-se novamente um anônimo, pode então, sentar-se visivelmente tranqüilo em frente ao mar, e ponderar sobre o que fizera de sua vida, sobre o quanto havia mudado.
Foi quando se lembrou de uma frase de um antigo pensador, que calou fundo em sua alma e o fez relembrar do antigo Narciso humanista, do qual o mesmo sentia saudades.
A frase dizia: “a desvalorização do mundo humano aumenta em proporção direta com a valorização do mundo das coisas” Karl Marx.
A partir desse momento, Narciso passou a pensar que: nenhum bem material e nenhuma glória do mundo iria tirar sua preocupação e sua pró-ação para com a solução dos problemas sociais. O mundo das coisas, dos bens, não conseguiria mais fazer com que desvaloriza-se as relações humana e todo o mundo vivo.
Narciso tornou-se um grande compositor e falava a todos que quisessem ouvi-lo. Sua motivação principal, seu entusiasmo, era a certeza de que estar a serviço do próximo conduziria a paz.
A glória do mundo “bateu em suas portas” por outras vezes, mas ela não mais o atraia. Narciso continuava seu trabalho, contido e discreto, procurando a paz na vida de simplicidade e no exercício da compaixão.
Passado algum tempo na cidade grande, sentiu saudades de sua cidadezinha, pois passava por grande dificuldade material.
Mas um dia o sucesso “bateu em suas portas”, utilizando a arte de escrever poemas, compôs uma bela música retratando sua admiração por uma antiga paixão e ficou famoso.
Depois disso, passou, a freqüentar festas da moda e ganhou destaque na mídia com suas novas composições que atingiam diretamente todo tipo de público, todos se identificavam com sua música.
Teve momentos gloriosos, ganhou muito dinheiro e esqueceu-se dos valores humanistas que tanto cultivava, pois não tinha mais tempo para tais pensamentos altruístas, o mundo dos negócios o consumia cada vez mais.
Assim, passou grande parte de sua vida vivendo a glória efêmera (passageira) do mundo. Quando, o destino lhe pregou uma peça, suas músicas passaram a não mais fazer sucesso e seu hábito de gastar mais do que devia nas compras o endividou.
Desse modo, Narciso novamente passou por dificuldades, aflito, olhava para os lados e ninguém mais percebia sua presença, tornou-se novamente um anônimo, pode então, sentar-se visivelmente tranqüilo em frente ao mar, e ponderar sobre o que fizera de sua vida, sobre o quanto havia mudado.
Foi quando se lembrou de uma frase de um antigo pensador, que calou fundo em sua alma e o fez relembrar do antigo Narciso humanista, do qual o mesmo sentia saudades.
A frase dizia: “a desvalorização do mundo humano aumenta em proporção direta com a valorização do mundo das coisas” Karl Marx.
A partir desse momento, Narciso passou a pensar que: nenhum bem material e nenhuma glória do mundo iria tirar sua preocupação e sua pró-ação para com a solução dos problemas sociais. O mundo das coisas, dos bens, não conseguiria mais fazer com que desvaloriza-se as relações humana e todo o mundo vivo.
Narciso tornou-se um grande compositor e falava a todos que quisessem ouvi-lo. Sua motivação principal, seu entusiasmo, era a certeza de que estar a serviço do próximo conduziria a paz.
A glória do mundo “bateu em suas portas” por outras vezes, mas ela não mais o atraia. Narciso continuava seu trabalho, contido e discreto, procurando a paz na vida de simplicidade e no exercício da compaixão.
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