Sofremos quando novidades surgem no ambiente natural, pois frequentemente elas nos abalam e nos trazem desequilíbrios, o melhor exemplo são as mudanças climáticas. O que mais intriga, é que o nosso desequilíbrio é uma tentativa de equilíbrio da natureza.
A vida desenrola-se no caos, mas, assim como a natureza, a todo tempo buscamos o equilíbrio, um ambiente seguro, confortável e a certeza de que conseguiremos nos manter saudáveis. Mas onde está a certeza? Na ciência? Será possível conhecê-la?
Acredito que já passamos da época em que falávamos de certezas. Contudo, como lidar com um mundo incerto? Será que somos emocionalmente fortes para vivermos na incerteza?
Há tempos somos convidados a olhar para incerteza, na bíblia, por exemplo, encontramos a seguinte citação: “quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja a sua vida?” (Mateus, 6:27)
Já que a incerteza se faz presente, sugiro encontrarmos refugio na forma de olhar a natureza, pois as pistas necessárias para encontrarmos o equilíbrio e nos mantermos emocionalmente saudáveis estão ali presentes. Afinal, todo conhecimento produzido pelo homem teve origem na sua observação.
Pretendo neste ensaio inserir o leitor no seio da natureza e dizer que ela é maior que todos os nossos anseios, portanto, para evitarmos novidades desagradáveis que nos abalam, devemos deixar nossa posição de seres superiores a ela, pois desse modo, deixamos cada vez mais distantes as possibilidades dela encontrar seu equilíbrio, desequilibrando, assim, nossa própria vida.
Lembrem-se o equilíbrio da natureza é nosso equilíbrio, afinal o que somos, senão natureza. A humildade, a percepção da nossa pequenez diante da grandeza da Mãe-terra coloca o ser humano em um outro patamar perceptivo onde ele nunca será superior, mas sempre servo. O equilíbrio está em servir e aceitar a doação com reverência, assim ordenamos o caos e entramos felizes nos mistérios da vida enfeitada com os lírios do campo que não tecem nem fiam, mas são mais belos que qualquer homem a passar pela terra.
A vida desenrola-se no caos, mas, assim como a natureza, a todo tempo buscamos o equilíbrio, um ambiente seguro, confortável e a certeza de que conseguiremos nos manter saudáveis. Mas onde está a certeza? Na ciência? Será possível conhecê-la?
Acredito que já passamos da época em que falávamos de certezas. Contudo, como lidar com um mundo incerto? Será que somos emocionalmente fortes para vivermos na incerteza?
Há tempos somos convidados a olhar para incerteza, na bíblia, por exemplo, encontramos a seguinte citação: “quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja a sua vida?” (Mateus, 6:27)
Já que a incerteza se faz presente, sugiro encontrarmos refugio na forma de olhar a natureza, pois as pistas necessárias para encontrarmos o equilíbrio e nos mantermos emocionalmente saudáveis estão ali presentes. Afinal, todo conhecimento produzido pelo homem teve origem na sua observação.
Pretendo neste ensaio inserir o leitor no seio da natureza e dizer que ela é maior que todos os nossos anseios, portanto, para evitarmos novidades desagradáveis que nos abalam, devemos deixar nossa posição de seres superiores a ela, pois desse modo, deixamos cada vez mais distantes as possibilidades dela encontrar seu equilíbrio, desequilibrando, assim, nossa própria vida.
Lembrem-se o equilíbrio da natureza é nosso equilíbrio, afinal o que somos, senão natureza. A humildade, a percepção da nossa pequenez diante da grandeza da Mãe-terra coloca o ser humano em um outro patamar perceptivo onde ele nunca será superior, mas sempre servo. O equilíbrio está em servir e aceitar a doação com reverência, assim ordenamos o caos e entramos felizes nos mistérios da vida enfeitada com os lírios do campo que não tecem nem fiam, mas são mais belos que qualquer homem a passar pela terra.