terça-feira, 24 de março de 2009

As potencialidades presentes na natureza.

A lagarta transforma-se em uma borboleta.

Acredito que nossa tendência seja a de reproduzir estados mentais consecutivos, assim, programamos nosso cérebro para repetir um estado emocional e vamos, quase que patinando, voltando sempre aos mesmos estados mentais e as conexões químicas que nosso cérebro está acostumado a produzir.
Cada ato, cada situação vivida, cada substância ingerida, aciona os estados mentais e as conexões provenientes dos seus estímulos. Sendo assim, não somos apenas viciados em substâncias tóxicas, mas em estados mentais. Podemos ser, por exemplo, viciados em nos sentirmos tristes.
Assim, perdemos parte do potencial criador que a natureza nos oferece e só conseguiremos acessá-lo quando deixarmos de lado as conexões químicas e os estados mentais já conhecidos para experimentar outras possibilidades.
Caso queiram seguir por este caminho, tente por algum período esquecer-se do futuro e do passado, e se concentrem no presente, no único momento que, de fato, existe. Conforme os dias forem passando, vocês irão perceber como a natureza estimula a criação, a transformação, o novo. Lembrem-se: vocês são a natureza.
Experimente uma nova experiência, concentre sua atenção no presente, abandone por um instante os estados mentais e as conexões químicas corriqueiras e insira-se no campo das possibilidades e das potencialidades do vir a ser.

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