Há uma crença que o meio ambiente que nos cerca só pode ser entendido ao dividirmos ele em partes cada vez menores. No entanto quando fazemos isso deixamos de considerar que as partes estabelecem relações diretas com o todo, ou seja, não existem partes que sejam completamente isoladas do todo e que por ele não sofrem influência.
Este novo modo de pensar o meio ambiente vem demonstrando a fragilidade da ciência em interpretar e compreender a realidade, sendo assim, o que podia ser afirmado como verdade absoluta há algum tempo atrás, hoje temos que tomar certo cuidado com tais afirmações, por isso, indicamos falar apenas em verdades aproximadas.
Os pesquisadores que trabalham com o meio ambiente estão cada vez mais felizes com estas descobertas provindas da física quântica, pois há tempos vêem chamando atenção que um dos maiores problemas em relação ao meio ambiente seria a prepotência dos homens que acreditavam terem verdades absolutas e acabavam interferindo maleficamente no mesmo.
Ao considerarmos que temos limites para compreender o meio ambiente, nos colocamos numa posição de humildade em relação à, por exemplo, os saberes oriundos do senso comum, que podem não ter nenhum verdade cientifica comprovada, mas podem ser extremamente pertinentes para olharmos o meio ambiente.
Os cientistas que procuram a todo instante dividir o meio ambiente em partes para entendê-lo partem do pressuposto colocado pelos filósofos Descartes (1596-1650) e Francis Bacon (1561-1626), este último dizia que: “o objetivo do homem é controlar e dominar a natureza”
Hoje se sabe que o meio ambiente se apresenta como uma teia de relações que estabelece relações diretas e indiretas, e que precisamos considerar estas possibilidades para não cairmos em reducionismos que podem nos dar a falsa ilusão que estamos sobre o controle da situação.
Sabemos que nossa ação diante de um conjunto de possibilidades é apenas uma escolha que deixa de lado outras possibilidades, e sabendo que existem outras possibilidades a serem escolhidas, arcamos com as conseqüências tanto da nossa ação como da nossa inação.
Diante desta complexidade de Gaia (mãe provedora), devemos nos colocar como observadores humildes, e aceitar que nunca iremos compreender todas as possibilidades de relações existentes entre as coisas vivas que compõe o planeta, pois esta compreensão depende de nossa percepção, que por ora, se apresenta limitada.
Devemos, então, deixar de lado nossas verdades absolutas, para que possamos lançar um olhar para o meio ambiente capaz de simplesmente contemplar, para que possamos chegar mais próximo do sentimento sagrado de pertencimento ao universo nos sentindo como parte que possui o todo e estabelece relações intrínsecas com ele.
Este novo modo de pensar o meio ambiente vem demonstrando a fragilidade da ciência em interpretar e compreender a realidade, sendo assim, o que podia ser afirmado como verdade absoluta há algum tempo atrás, hoje temos que tomar certo cuidado com tais afirmações, por isso, indicamos falar apenas em verdades aproximadas.
Os pesquisadores que trabalham com o meio ambiente estão cada vez mais felizes com estas descobertas provindas da física quântica, pois há tempos vêem chamando atenção que um dos maiores problemas em relação ao meio ambiente seria a prepotência dos homens que acreditavam terem verdades absolutas e acabavam interferindo maleficamente no mesmo.
Ao considerarmos que temos limites para compreender o meio ambiente, nos colocamos numa posição de humildade em relação à, por exemplo, os saberes oriundos do senso comum, que podem não ter nenhum verdade cientifica comprovada, mas podem ser extremamente pertinentes para olharmos o meio ambiente.
Os cientistas que procuram a todo instante dividir o meio ambiente em partes para entendê-lo partem do pressuposto colocado pelos filósofos Descartes (1596-1650) e Francis Bacon (1561-1626), este último dizia que: “o objetivo do homem é controlar e dominar a natureza”
Hoje se sabe que o meio ambiente se apresenta como uma teia de relações que estabelece relações diretas e indiretas, e que precisamos considerar estas possibilidades para não cairmos em reducionismos que podem nos dar a falsa ilusão que estamos sobre o controle da situação.
Sabemos que nossa ação diante de um conjunto de possibilidades é apenas uma escolha que deixa de lado outras possibilidades, e sabendo que existem outras possibilidades a serem escolhidas, arcamos com as conseqüências tanto da nossa ação como da nossa inação.
Diante desta complexidade de Gaia (mãe provedora), devemos nos colocar como observadores humildes, e aceitar que nunca iremos compreender todas as possibilidades de relações existentes entre as coisas vivas que compõe o planeta, pois esta compreensão depende de nossa percepção, que por ora, se apresenta limitada.
Devemos, então, deixar de lado nossas verdades absolutas, para que possamos lançar um olhar para o meio ambiente capaz de simplesmente contemplar, para que possamos chegar mais próximo do sentimento sagrado de pertencimento ao universo nos sentindo como parte que possui o todo e estabelece relações intrínsecas com ele.
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